sexta-feira, 20 de março de 2009

Pessoas Especiais, únicas e importantes!


Para mim, todas as pessoas são especiais, importantes e sobretudo, únicas!

É necessário conserva-las e homenagea-las pelo facto de estarem connosco e fazeram parte de nós e da nossa vida.

Considero-as especiais porque gosto delas, e sinto por elas um grande carinho.

Para mim, não são pessoas vulgares. São heróis. Transmitem boas energias por onde passam, e por onde passam deixam a sua marca.

Mesmo que o não diga ou não demonstre eu sinto que elas sentem aquilo que eu sinto por elas. No entanto, existem pessoas que posso nunca mais as ver...mas, apesar de tudo continuaram sempre a ser especiais, mesmo que não estejam perto de mim. Elas têm o seu brilho em qualquer parte do Mundo.

Apesar de tudo, os momentos de pura gargalhada, de boa disposição, de palavras carinhosas, de sentimentos sentidos, tudo o que passamos juntos irá estar sempre presente. Restam apenas saudades, e boas recordações!

Quanto às outras que continuam presentes e que continuam comigo e me ajudam são aquelas que percebem quanto estou feliz e detectam imediatamente quanto me sinto menos feliz. É com elas que partilho todos os momentos, quer bons quer maus!

E elas, também sabem que quando precisarem eu estarei ao lado delas, para as ajudar! Partilhamos a vida!


Nada somos se não tivermos estas pessoas, pessoas que se preocupam connosco e com as quais nos preocupamos, pessoas que riem e que choram connosco, pessoas que nos acompanham para sempre.

A estas pessoas especiais eu considero-as de AMIGOS!


Obrigada por seres essa pessoa especial, e por fazeres a diferença na minha vida!


Um enorme Beijinho*



Andreia Vidal*

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Espero cansada...por um novo amanhã


Sinto-me cansada (muito cansada)...

Cansada de pensar que tenho de acordar e enfrentar as mesmas coisas que enfrentei nos dias anteriores, nada de novo passa no meu caminho de ida e de volta a casa.

Acordo, preparo-me, tomo o pequeno-almoço, lavo os dentes e vou com o meu pai até à paragem de autocarro, lá estou com alguns dos meus amigos...nada de novo se passa...

um silencio paíra no ar...

...



a mesma frase ocorre todos os dias: "Está frio!", ou então, "O autocarro já vinha!".



Finalmente, o autocarro chega...atrasado algumas vezes (talvez para quebrar a monotonia do seu horário), espero que chegue a minha vez para puder entrar, sento-me do lado da janela (gosto de admirar a paisagem e de ver as coisas simples da vida), no entanto, quando olho verifico que já vi aquelas coisas durante anos e anos, nada mudou, apenas os anos passaram e as coisas com o tempo, foram envelhecendo, outras...foram-se renovando.



Continuando no meu itinerário...

a viagem parece-me eterna (e dura menos de 15 min), o autocarro pára inúmeras vezes por causa do trânsito e de umas obras que parecem não ter fim.



Saío do autocarro...

deparo-me que ainda vou ter de caminhar uns bons metros até chegar à escola. Pelo caminho que percorro penso na vida que levei até agora, penso no que fui, no que sou e no que serei e por vezes sinto-me feliz porque um amanhã virá e tudo será diferente, mas por outras sinto-me triste, pois esse amanha parece-me tão distante que me magoa.



Além disso, para me entreter e não pensar em coisas tristes, vou vendo as montras, olhos para os prédios que me rodeiam, para as pessoas que fazem o mesmo que eu, para as vitrines dos cafés, para os pássaros que procuram migalhas no chão...

Todos os dias faço isto, tento dinamizar, mas nada há a fazer, ando numa desmotivação tal que só de pensar que tenho de acordar para ir para a escola me agonio.



Finalmente cheguei à escola, passo o cartão e recolho-me a um corredor quente, os alunos encontram-se encostados às paredes a conversarem (como sempre), eu olho-os digo "bom dia" com um sorriso de alegria e continuo a caminhar até chegar ao bar, onde lá se encontram os meus amigos e o resto dos alunos da escola. Sento-me, converso um bocado (ou então apenas escuto), o resto dos meus amigos chegam...o meu namorado (a única coisa que dá cor À minha vida e que me faz levantar da cama todos os dias), digo-lhes "Bom dia ratoilos" e dirigimo-nos para a sala da aula correspondente ao dia da semana.

Entramos para a sala, a professora começa a leccionar a matéria e eu sinto-me tão cansada que não consigo adquirir a maior parte da informação, olho mil e uma vezes para o relógio, mas até o tempo está contra mim (parece que o tempo pára), a única coisa que me apetece é sair daquela sala. Faço desenhos, conto os minutos que faltam e escrevo-os na mesa, faço resumos de matérias anteiores, distraio-me...não me apetece fazer nada, já fiz tudo o que tinha a fazer ontem, na semana passada, no ano passado...conclusão...à 12 anos. Penso, reflicto e digo: 12 anos, mais de uma década a estudar, tanto tempo se passou...parece que ainda ontem era uma criança e hoje encontro-me com quase 18 anos. Reparo...como o tempo passou, e penso...será que aproveitei tudo o que a vida me proporcionou?

Finalmente toca...
Uns míseros 15 min. de intervalo esperam por mim, quer dizer...apenas 5 min. Os outros 10 min. perdem-se na descida para o exterior e na subida para a sala correspondente.

Volta a tocar...digo: "Não me apetece nada ter aulas", fico triste. Sinto-me inútil nesta vida, nada de novo se passa, tudo é tão monótono e estúpido para mim.
Entro na sala e o blá blá blá do costume...sinto, que não quero estar ali. E assim sucessivamente, dia após dia, hora após hora, minuto após minuto.

O dia acabar, sinto-me tão ou mais cansada do que me deitei no dia anterior. Chego a casa janto e só me apetece é ir para a cama...nada mais tenho a fazer do que apenas descansar. No entanto, apesar de me apetecer...não o faço...não quero que o tempo passe depressa, não quero fazer a mesma coisa que faço todos os dias: ACORDAR!

O que eu sinto é uma desmotivação, que me deixa triste e desgasta.
Tudo continua igual, penso...amanhá é um novo dia.
Talvez o sol me volte a dar o brilho que eu preciso para voltar a sorrir, para ser feliz, para quebrar a monotonia da minha vida e que deita abaixo cada bocadinho de mim através d0 cansaço que se instalou em mim.


Amanhã é um novo dia!
Veremos o que tenho nos socalcos que tenho no caminho que percorro.


Andreia Vidal '

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Tu...Estrela da minha vida


Tu...que me fazes sorrir sempre;

Tu...que me compreendes mesmo que eu esteja errada;

Tu...que me ajudas em todos os momentos da minha vida;

Tu...que me fazes levantar da cama sempre com um sorriso;

Tu...que me acompanhas sempre;

Tu...que estás sempre presente na minha vida;

Tu...que estás sempre pronto a ajudar-me;

Tu...que estás sempre no momento certo, à hora certa;

Tu...a pessoa mais fantástica que alguma vez conheci;

Tu...o futuro papá dos meus bébés; xD

Tu...o meu melhor amigo;

Tu...o meu confidente;

Tu...o melhor jogador de ténis;

Tu...que me fazes perceber que devo confiar mais em mim mesma;

Tu...que me fazes feliz 24 horas por dia, 365/366 dias por ano.



Tu...estrela da vida. Estiveste, estás e estarás sempre no meu caminho.



Amo-te Estrela <3





Andreia Vidal =)*


quinta-feira, 20 de novembro de 2008

À procura de Paz Interior...



Num mundo completamente diferente ao que vivemos, eu refugio-me. Não sei o porquê, mas penso que lá é o único sítio em que me sinto bem comigo mesma. Apesar de estar rodeada de pessoas, isolo-me. Não me apetece falar, não me apetece conviver, apenas estar só!
Hoje estou nesse mundo, procuro um pouco de paz interior. Falo comigo mesma, sem ninguém ouvir. Talvez esteja a ser egoista para com os outros, uma vez que a minha cara não mostra muita satisfação, não mostro contentamento em comparação com os outros dias, hoje estou diferente.
Olho para a janela, o meu pensamento flutua no espaço. Sinto que posso e quero ir mais além do que aquela visão me proporciona, quero atingir o horizonte.
Hoje , tirei o dia para um "retiro espiritual", um querer ser diferente invade-me a alma. Um dia de não querer comunicar, não querer estar...com ninguém. Não ouço, não falo, não sinto...apenas sonho!


P.S: Peço desculpa, àqueles que pensam de que hoje estava triste, ou que pensam que me magoaram...não o fizeram. São apenas momentos de querer estar só.


Andreia*

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Quem nunca errou, que atire a primeira pedra...

Hoje errei, correu tudo mal. Sinto-me a pior pessoa à face da Terra!
Por vezes, erramos. No entanto, errar é humano. Na verdade, ninguém é perfeito.
Todas as pessoas erram, umas mais que outras, mas erram.
Aprendem com esses erros para não os voltar a repetir.
Ontem foi ela, Hoje fui eu, Amanhã é um novo dia, talvez ninguém erre.
Não temos de criticar ninguém pelos erros que cometem, devemos apoia-los para que não o voltem a fazer, assim é que é o espirito (infelizmente não é assim).
Hoje errei, Amanhã é um novo dia, novas oportunidades surgirão no meu caminho e eu vou agarra-las. Não importa onde nem quando, essas oportunidades irão surgir e aí...vou sentir-me bastante melhor. E dizer: Hoje correu bem. E mostrar às pessoas que deixaram de acreditar nas minhas capacidades que hoje correu bem, e nada mais. Não quero ser superior a elas, apenas quero estar à altura delas.
-Hoje errei, e daí? (alguém morreu?)
-Não!
-Ah bom! "Quem nunca errou que atire a primeira pedra".

Andreia Vidal

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

A Árvore dos meus amigos


"Existem pessoas em nossas vidas que nos deixam felizes pelo simples facto de se terem cruzado no nosso caminho. Algumas percorrem ao nosso lado, vendo muitas luas passarem, mas outras apenas vemos entre um passo e outro. A todas elas chamamos de amigo.
Há muitos tipos de amigos. Talvez cada folha de uma árvore caracterize um deles.
O primeiro que nasce do broto é o amigo pai e o amigo mãe. Mostram o que é ter vida.
Depois vem o amigo irmão, com quem dividimos o nosso espaço para que ele floresça como nós. Passamos a conhecer toda a família de folhas, a qual respeitamos e desejamos o bem. Mas o destino apresenta-nos outros amigos, os quais não sabíamos que se iam cruzar no nosso caminho. Muitos desses denominados amigos do peito, do coração. São sinceros, são verdadeiros. Sabem quando não estamos bem, sabem o que nos faz feliz...
Às vezes, um desses amigos do peito estala o nosso coração e então é chamado de amigo namorado. Esse dá brilho aos nossos olhos, música aos nossos lábios, pulos aos nossos pés.
Mas também há aqueles amigos por um tempo, talvez umas férias ou mesmo um dia ou uma hora. Esses costumam colocar muitos sorrisos na nossa face, durante o tempo em que estamos por perto.
Também, não nos podemos esquecer dos amigos distantes. Aqueles que ficam nas pontas dos galhos, mas que quando o vento sopra, sempre aparecem novamente entre uma folha e outra.
O tempo passa, o Verão vai-se, o Outono se aproxima-se, e perdemos algumas de nossas folhas.
Algumas nascem num outro Verão e outras permanecem por muitas estações.
Mas o que nos deixa mais feliz é que as que caíram continuam por perto, continuam alimentando a nossa raiz com alegria. Lembranças de momentos maravilhosos enquanto cruzavam com o nosso caminho."
"Cada pessoa que passa em nossa vida é única. Deixa sempre um pouco de si e leva um pouco de nós. "
P.S.: A todos os amigos que se cruzaram no meu caminho, um grande Obrigada =D

Muralhas da Vida

Ela, uma rapariga aparentemente normal mas que tinha bastantes fragilidades, que ate ela própria desconhecia. Vivia no mundo normal, até que decidiu criar um novo mundo cheio de muralhas para a proteger achando que assim nunca sofreria. Lá ela encontrava tudo para se proteger pois pensava que se, se protegesse desta maneira iria tornar-se mais forte. Mas não, saiu tudo ao contrário e ela saiu a perder. Ate que mudou de escola, encontrou colegas novos e professores novos, ela não queria para lá, porque tinha medo. Tinha-se habituado à outra escola, aos seus professores, aos seus colegas, a tudo. Foi conhecendo a nova turma aos poucos, para ver se, se integrava...mas, sem efeito. Ela estava demasiado frágil e eles não compreendiam e gozavam com ela, e ela ia enfraquecendo aos poucos. Mas, ainda com algumas forças conseguiu aumentar as suas muralhas para quando se sentisse triste, isolar-se. No seu mundo, ela sofria, fazia juras a si mesma de que iria voltar a levantar-se. Sempre que tentava sair daquele abismo, caía. Já com poucas forças, ela voltou a tentar subir as muralhas, até que voltou a cair, sentiu-se sozinha, com pouca confiança em si mesma e por isso, sofria.
Até que com o tempo, dentro do grupo se destacou um rapaz. Ele era o oposto da rapariga. Enquanto ela era muito tímida, ele era extrovertido, enquanto ela não tinha confiança nenhuma em si mesma, ele era a pessoa mais confiante que já conhecera até aquela altura, mas tinha um defeito, o facto de pertencer aquele grupo que gozava com ela, deixava mal. Ele era definitivamente o pior.
Ela odiava-o de tal maneira, que ela própria tinha medo desse medo, pois para ela, esse rapaz tinha a mania. Até que esse ódio inverteu-se. Ela apaixonou-se pelo rapaz que mais odiava à fase da Terra. Não queria acreditar, a vida tinha-lhe pregado uma rasteira.
Passado algum tempo, eles começaram a tornar-se amigos. E ela percebeu que afinal tinha-se enganado a seu respeito. Começaram a conversar mais, e para ela, ele tornara-se um melhor amigo que nunca tivera. Todos os dias (incluindo, fins de semana), eles arranjavam maneira de conversarem, utilizando diversos meios, desde o telemóvel à Internet. Ela nutria cada vez mais carinho por ele, ele estava a ajuda-la a trepar aquelas muralhas, em que ela antes rejeitava qualquer ajuda. Ele simplesmente, a ouviu. Ela, sentiu-se bem e ao mesmo tempo segura de si mesma. Percebeu que tinha mais valor do que aquilo que pensava, e que afinal fazia diferença e não estava neste mundo por acaso.
Com a convivência, o grupo deixou-a de chatear. Ela tinha mudado, para melhor, graças a ele.
Até que certa altura, ela não conseguia esconder que gostava dele, e várias pessoas da turma lhe perguntaram se ela gostava dele, mas ela respondia sempre negativamente, e que eram só os melhores amigos.
Até que uma amiga dela lhe perguntou se ela gostava do tal rapaz, e ela afirmou, mas que não queria que ele soubesse, pois ele tinha-a ajudado a subir e se ele soubesse que ela gostava dele, ela iria sentir-se mal, pois eles eram os melhores amigos, mas ela, não sabia como ele iria reagir.

Semanas depois, ele tinha descoberto que ela gostava dele. Conversaram, e ela sentiu-se triste, pois tinha medo de perder a amizade dele. Nervosa, pois não sabia como reagir no dia seguinte, abriu a janela, e deixou o seu pensamento fluir no espaço. Ela tinha pintado um quadro que demonstrava duas pessoas juntas a olharem em direcção ao por do sol, na praia. Nessa noite, ela não dormira quase nada, pois estava ansiosa.
Finalmente chegou o dia seguinte, ela acordou, fez a sua rotina normal, e foi para a escola. Lá, ela encontrou-se com ele, ela mal conseguia olhar para ele, tinha vergonha de sim mesma. Sentaram-se, conversaram, até que ele a pediu em namoro, dizendo que gostava dela, tanto como ela gostava dele. Tinha a cabeça a andar à roda, nunca pensara ouvir aquilo, parecia surreal. Pensou que era um sonho, mas não, estava mesmo a viver aquele momento. Esperou alguns segundos, depois de tomar consciência de que era real e disse que sim. E beijaram-se.
Um novo brilho estava no olhar dela, sentia-se feliz, mas tinha medo de o demonstrar. Ainda estava a assimilar toda aquela informação, que para ela era muito boa. Estava feliz, e pronto.
Dias após dia, semana após semana, mês após mês, eles entendiam-se bem. Eram seres perfeitos. =)
Até que chegam as férias dando origem a saudades, e a alguma tristeza, pois não iriam estar tantas vezes juntos. Então começaram a combinar dias para se encontrarem durante as férias, de modo a conseguirem matar todas as saudades que tinham acumulado até aquele dia.
Com a chegada das aulas, ambos confessavam um ao outro que estavam com saudades das aulas, pois assim iriam estar todos os dias juntos, e aproveitar todo o tempo do mundo.
Conversavam, e chegaram à conclusão que talvez tudo aquilo iria acabar, pois provavelmente iriam ingressar em universidades diferentes, eles ficaram tristes. Gostavam mesmo um do outro, separarem-se era muito mau.
Até que mais tarde ele lhe mandou uma mensagem dizendo: “Ah tive a pensar e mesmo que fiquemos em universidades diferentes podes ficar descansada que não te troco por ninguém...Amo-te demais para te perder por meia dúzia de quilómetros!”. Quando leu a mensagem que tinha no seu telemóvel, não queria acreditar, e por isso leu mais do que uma vez.
Sentiu-se feliz, o seu sorriso que tinha ficado triste, renasceu. Eles estavam felizes, pois conseguiram saltar juntos para o outro lado da muralha que a vida tinha construído de propósito para eles, só, e apenas, para ver o amor que nutriam um pelo outro.

Um amor à prova das muralhas da vida.


Para Ti, com AMOR.




Andreia Vidal * =)